sábado, 4 de junho de 2016


SIMBOLOGIA MAÇÔNICA E LITERATURA


Autor: José Antonio Filardo.


Em Maçonaria, o ritual é o esqueleto, a simbologia é a carne e a fraternidade é a alma. Tudo isso para desfrutar a liberdade e promover a igualdade.

Respiramos simbologia, e o maçom precisa desenvolver a capacidade de interpretar o que lê ou visualiza em termos do código que aprendemos em nosso dia-a-dia nas lojas.

Aprendemos, desde o momento de nossa iniciação, que tudo à nossa volta está envolto pelo véu do simbolismo, que tudo tem um significado, que tudo é passível de interpretação. Pouco a pouco, o pesado véu vai sendo afastado e adentramos um mundo totalmente diferente daquela rotina a que estamos habituados.

Naturalmente, novos véus, mais diáfanos se apresentam diante de nós em nossa senda, mas, aparelhados com o ferramental adequado, progredimos e refinamos nossa capacidade de interpretação.

Temos que a interpretação da simbologia deve ser uma segunda natureza do maçom. E considerando a presença dos símbolos em todas as manifestações culturais e em seus “produtos”, realizamos um exercício de análise literária com enfoque maçônico.

Escolhemos como nossa “vítima” nada menos que o maior escritor moderno quem, pessoalmente considero o maior escritor da história da humanidade, James Joyce.

Com exceção de “Finnegans Wake”, seu terceiro e último livro que é impossível de ser traduzido e até mesmo de ser lido por alguém que não seja nativo de um país de língua inglesa, temos uma obra deliciosa, divertida, engraçada, surpreendente que desenha o universo a partir da narrativa e um único dia na vida do Irmão Leopold Bloom, na Dublin do início do século XX.

O que aconteceu foi que Joyce revolucionou a maneira de escrever livros, e o público estava acostumado como a produção “água com açúcar” de Jane Austen e outros autores, e não estava preparada para o texto espontâneo, jocoso e subversivo de Ulysses. Para este público, sim, o livro era “difícil” e escandaloso. Tanto isso é verdade, que foi classificado como pornografia e teve sua entrada proibida nos Estados Unidos.

Ninguém estava preparado para a narração detalhada da personagem sentado no vaso da privada defecando, por exemplo. E com a descrição da sensação, a narração pormenorizada do evento. Ou da narrativa detalhada de uma relação sexual do ponto de vista da mulher, com todos os detalhes, ou a masturbação disfarçada, brilhantemente descrita em um texto saborosíssimo.

É claro; depois de inventada, a roda pareceu a todos uma solução incrivelmente lógica. E todos os autores passaram a escrever como Joyce. Dessa forma, um leitor que decida enfrentar o dragão nos dias atuais certamente se perguntará sobre os motivos que levaram os críticos a dizer que o livro era difícil.

Um dos problemas, entretanto, na abordagem deste ícone da literatura é o relativo desconhecimento da obra dele, vez que os rótulos “difícil”, “hermética”, “complicada” criaram barreiras, mesmo entre pessoas geralmente acostumadas a consumir o produto cultural literatura.

Esta circunstância nos obriga a traçar um panorama da vida e obra do autor, antes de nos debruçarmos sobre o objetivo de nosso trabalho, qual seja demonstrar aspectos simbólicos de natureza maçônica na obra do autor, pois análise literária tem tudo a ver com interpretação de símbolos.

E aproveitaremos a oportunidade para estender nossa análise a um dos símbolos tão caros da maçonaria brasileira, qual seja a Corda de 81 Nós que ornamenta as oficinas maçônicas de todo o Brasil.


Um dos maiores, senão o maior escritor de nosso tempo foi James Joyce, irlandês, nascido em Dublin em 2 de Fevereiro de 1882 e falecido em Zurique, Suíça em 13 de Janeiro de 1941. Passou a vida toda pobre, lecionando inglês em escolas de línguas, enquanto escrevia as obras mais importantes da literatura mundial.

Escritor genial, ele fez de sua própria vida um símbolo, ao exilar-se da Irlanda em protesto contra o espírito provinciano dominado pela Igreja Católica, domínio este existente até os nossos dias e que representava e representa ainda hoje um fator de atraso para aquela sociedade. A Irlanda era considerada o país mais atrasado da União Européia, antes da entrada de países do Leste Europeu e é, hoje, um dos componentes do grupo chamado PIIGS (Portugal, Ireland, Italy, Greece e Spain) dentro do bloco – os países mais pobres e com maiores problemas econômicos.

Sua declaração de propósito, ao abandonar a Irlanda, aparece ao final de seu primeiro livro, O Retrato do Artista Quando Jovem, nos lábios da personagem Stephen Dedalus: “Assim seja. Bem vinda, ó vida! Vou, pela milionésima vez, ao encontro da realidade da experiência, e forjarei na fornalha de minha alma, a consciência incriada de minha raça.”

Em seu segundo livro, Ulisses, Joyce recriou a cidade de Dublin como se recordava dela, detalhe a detalhe, pessoa a pessoa, reconstituindo seu mundo mitologicamente e narrando um dia inteiro da vida das personagens Leopold Bloom, Molly Bloom e Stephen Dedalus. E este dia, ele o coloca simbolicamente como 16 de Junho de 1904, o dia em que conheceu Nora, sua única esposa e mãe de seus dois filhos.

Joyce era uma pessoa detalhista, não resta a menor dúvida. Seus amigos e correspondentes revelaram que ele era capaz de levar dias e até semanas para escrever uma única frase, burilando-a e pedindo a opinião deles sobre cada palavra. Algo como aquele contador da empresa que vem falar sobre uma diferença de um centavo em um balanço de alguns milhões.

Mas, isso revela um aspecto fundamental: nem uma vírgula sequer em toda a obra está lá por acaso. Tudo foi escolhido com aquele espírito do contador. Cada centavo, ou cada palavra, pausa, ponto existe por uma razão. E, como tal, deve ser interpretada ou enquadrada na intenção do autor.

Em linhas gerais, o que temos é uma obra dividida em três livros. Além deles, existe uma peça de teatro, “Exiles”, um livro de contos, “Dubliners” e um livro de poesias, “Chamber Music”.

O primeiro livro recebeu o nome, inicialmente, de “Stephen Hero” ou o Herói Stephen, e narrava a trajetória do jovem Stephen Dedalus, aprendiz de escritor, até o momento em que este abandona a Irlanda, da mesma forma como o escritor viria a fazer. Posteriormente, talvez convencido de que deixara sua própria vida influenciar a criação da personagem, ele troca o título para “Retrato do Artista Quando Jovem”.

Neste livro, a simbologia é limitada, são os primeiros passos e a escolha do nome da personagem é sintomática. Stephen (Estevão) é o nome do primeiro santo da igreja católica e Dedalus (Dédalo), na Mitologia Grega, era um famoso arquiteto e inventor cuja obra mais famosa é o famoso labirinto do Minotauro que construiu para o Rei Minos, de Creta. Era pai de Ícaro, com quem acabou ficando preso no próprio labirinto que criou. Para escapar de lá com seu filho, construiu dois pares de asas utilizando-se de cera. Contudo, quando os dois estavam voando para longe do labirinto, Ícaro, empolgado com a possibilidade de voar, acabou voando alto demais e o Sol derreteu a cera de seu par de asas, fazendo com que caísse no mar, perto da ilha que hoje se chama Icário.

A personagem, portanto é um símbolo do homem, ao mesmo tempo pagão e católico, preso no labirinto da religião e do provincianismo da sociedade irlandesa, mas que deseja alçar vôos mais altos e, para isso, vai estudar no Continente.

O segundo livro, “Ulysses” é, de certa forma a continuação do primeiro. Stephen retornou de Paris às pressas, devido à morte de sua mãe. Ele foi chamado pelo pai, mas em seu anti-clericalismo e revolta contra a igreja, recusou-se a se ajoelhar e rezar a pedido de sua mãe agonizante. Ela morre e ele se sente culpado por isso.

O livro narra um dia na vida da cidade de Dublin, capital da Irlanda, o dia 16 de Junho de 1904, tendo como personagem principal, que guia o fio da narrativa um prosaico judeu de meia idade, corretor de anúncios, maçom, Leopold Bloom e sua esposa Marion, ou “Molly” Bloom. Leopold é um pai em busca do filho que perdeu bebê ainda, e Stephen é o filho que procura a figura de um pai, uma vez que não se dá bem com seu próprio pai. Leopold é Ulisses retornando da guerra de Tróia, Stephen é Telêmaco, Molly é Penélope. E a rotina daquele dia adquire uma dimensão mitológica.

As trajetórias de Stephen e Bloom se entrecruzam ao longo do dia em diferentes locais e momentos, convergindo ao final para um encontro no bordel, de onde Bloom leva Stephen até sua residência e de onde este continuará a vagar sem destino pela vida.

No último capítulo, fechando a obra, temos um longo monólogo da mulher de Bloom, Molly. Nele o autor mostra seu fluxo de pensamento, encadeando uma coisa atrás da outra, sem pontuação, exatamente como ocorre quando pensamos. Ela recorda cada instante do dia, de sua história, recordações, momentos tórridos de uma relação sexual com o amante na ausência do marido naquela mesma tarde, enfim, milhões de detalhes em um fluxo de consciência.

Este monólogo foi uma das novidades, e ao mesmo tempo um escândalo, em termos de literatura que Joyce trouxe ao mundo, novidades que foram responsáveis pela proibição do livro, como pornográfico, em 1922 pelas autoridades americanas, e impedido de entrar nos Estados Unidos.

O livro é considerado “difícil” pela maioria das pessoas, mas isso decorre do fato de que ao surgir, ele realmente revolucionou a forma como a literatura era escrita. Subverteu as regras a que o público estava acostumado, e mudou para sempre o panorama da literatura.

As pessoas tendem a dizer que a obra é difícil sem sequer tê-lo folheado.

Porém, ao contrário, Ulysses é um livro saborosíssimo, engraçado, picante, divertido, com partes de difícil interpretação, é verdade, mas em seu todo, pode-se dizer que é bastante legível.

Depois que Ulysses foi publicado, todos os autores passaram a escrever como Joyce, mesmo não atingindo o mesmo grau de virtuose do mestre.

O livro foi absolutamente revolucionário em sua época, tendo sido superado estruturalmente e em termos de recursos utilizados, somente pela Internet, nos dias atuais. Na verdade, Joyce empregou recursos que hoje fazem parte da rotina de sites, ou seja, a inclusão de música ou fotos nos textos por meio de hiperlinks. Ele incluiu partituras musicais no texto, listas de compras, enfim, espécies de hiperlinks.

E o que são hiperlinks? São estas palavras sublinhadas, em azul, como esta que produzem uma nova página da internet quando clicamos o mouse nelas. Imaginem o que Joyce faria, se tivesse em mãos um recurso como esse…

O nível de simbologia vai desde a superposição da obra ao original grego de Homero, a Odisséia, até mínimos detalhes que incluem os “indícios maçônicos” de que falaremos a seguir.

O terceiro livro, “Finnegans Wake” é baseado em uma balada irlandesa que narra a história de um dono de “pub” (bar inglês) e tem como tema a sua morte e ressurreição. A simbologia começa pelo nome do livro onde Finn (Fim) egans (again=novamente) Wake= velório e wake=acordar. O professor Donaldo Schülerconseguiu resolver o título, em uma transliteração bastante fiel: Finnicius Revém. Perdeu-se um pouco a idéia do velório existente no original, mas o resultado ficou ótimo.

Tim Finnegan, o herói, é um “freemen’s maurer”, ou seja, um franco-maçom em uma curiosa mistura de inglês e alemão. Na balada, Tim sofre uma queda e morre. Durante seu velório, há uma briga e alguém atira um galão de uísque; o galão se quebra e o líquido cai sobre Tim e o ressuscita reclamando que os caras são loucos por desperdiçar o uísque.

Hummmm! Já ouvi isso. Tabernas inglesas, Mestre maçom, morte, ressurreição. Ligeiramente familiar…

Provavelmente, algumas centenas de pessoas já leram Finnegans Wake e poucas entre delas conseguiram entender a maior parte do livro. É totalmente onírico, trata a morte e ressurreição de Tim Finnegan, mestre maçom, seus sonhos, seus medos, suas fantasias. Além disso, conta a história do mundo e da literatura. É um livro extremamente denso. Logo no início dele há uma data: 1132 D.C., e o significado é simbólico. O número 11 significa o retorno ou restabelecimento da contagem (tendo contado até dez em nossos dedos, temos que começar tudo de novo para o 11); 32 pés por segundo é a taxa de aceleração de todos os corpos em queda. O número 1132, assim, também nos lembra a queda e o recomeço.

Mais uma vez, o tema recorrente é morte e ressurreição.

Tem uma estrutura de moto contínuo, indicada pelo fato de que a primeira palavra da primeira frase do primeiro capítulo do livro é continuação da última palavra da última frase do último capítulo do livro (uma vez mais, a idéia de ressurreição, recomeço).

O livro é decididamente ilegível para os brasileiros, apesar de ter sido magistralmente transliterado pelo professor gaúcho Donaldo Schüler. Há que se admitir, porém, que Schüler terminou por escrever um novo livro usando a temática do original.

Como coloca o Prof. João Alexandre Barbosa em comentário na orelha da segunda edição do livro de Schüler: “Os estilhaços de sessenta e cinco línguas diferentes (segundo a tradição dos estudos joycianos) se espalhando nos sombrios intervalos entre consciente e subconsciente contam a história do mundo e da literatura, sempre a partir da sensação de exílio e de estranhamento que para Joyce era a Irlanda.”

Ele exige, mesmo para falantes ingleses, uma erudição fora do comum para seu entendimento. Joyce mistura idiomas, cria palavras novas resultantes da fusão de palavras já existentes, e que adquirem um novo significado. Imaginem alguém fazendo trocadilhos à razão de dois ou três por minuto… Este é o livro.

Ele já fizera algo parecido, mas em muito menor escala em alguns capítulos de Ulysses; em Finnegans ele atinge o paroxismo, e transforma o texto em um emaranhado de segundos, terceiros, quartos significados e camadas, capazes de enlouquecer o leitor.

Chegamos à conclusão que o conjunto da obra é um triptico que indica uma progressão do aprendiz (O Retrato), passa pelo companheirismo do mestre Bloom socorrendo Stephen e o conduzindo a um porto seguro (Ulysses) e, finalmente, desenvolve no terceiro livro um dos temas mais caros para a Maçonaria Universal.
Indícios maçônicos

Não há registro de que James Joyce tenha sido maçom. Pelo menos, nenhuma loja reivindicou até hoje esta honra.

Mas, apesar de aparentemente não ter sido maçom, a estrutura tríptica de sua obra apresenta pontos de contato com a cultura maçônica. A personagem de seu Ulysses, Leopold Bloom, é maçom e a personagem principal de seu terceiro livro, Tim Finnegan, também é maçom. A temática de seu terceiro livro tem profundos ecos de maçonaria. O conjunto da obra de James Joyce tem mais conteúdo maçônico que muitos livros de autores comprovadamente maçons.

É preciso não esquecer, como mencionamos no início do trabalho, que não existe acaso na obra dele. Cada pormenor foi pensado e colocado ali com um propósito.

Não pretendo entrar em detalhes sobre todo o conteúdo, pois não o poderia fazer sem penetrar umbrais que não podemos, por nosso juramento, desvendar. Terei que limitar um pouco minha análise.

Em Ulysses, começa-se a perceber que a personagem Leopold Bloom é maçom, quando ele faz referência a uma sessão de sua loja (em que foi discutida uma rifa em prol de alguém necessitado). E, como bom maçom, Bloom passa o dia tentando resolver um problema da viúva de um amigo.

Esta menção de sua condição de maçom coloca em contexto os seus devaneios, momentos antes, que o levaram a uma paisagem oriental. Note-se que maçons ingleses identificam-se não com o nosso tradicional “justo e perfeito”, mas com frases contendo referências a “ir do ocidente ao oriente”.

Posteriormente, na obra, ouvem-se comentários sobre sua condição de maçom e judeu, feitos por um preconceituoso anti-semita nacionalista irlandês:

“- O que esse maldito maçom está fazendo – diz o cidadão – rondando pra cima e pra baixo do lado de fora?”

Ao sair de um pub, no almoço, ele “se despede com três dedos”.

No episódio do bordel, onde a narrativa é absolutamente onírica, pinçamos algumas referências significativas:

“Está vestido como um grande eleito perfeito e sublime maçom, com colher de pedreiro e avental”;

“Silencioso, pensativo, alerta ele fica de guarda, os dedos nos lábios na atitude de mestre secreto” ou ainda “deita-se, fazendo-se de morta, com olhos bem fechados, pálpebras trêmulas, dobrada no chão na atitude de excelente mestre.”

“Ele dá o sinal de guerreiro peregrino dos cavaleiros templários”

“eles trocam entre si as senhas dos cavaleiros da cruz vermelha”

“ (e então, pondo a mão no coração e erguendo o braço direito com o cotovelo dobrado, faz o sinal do segundo grau da maçonaria), Não, não, venerável mestre,”

“(ele murmura a palavra de passe dos Efraimitas) Schtbroleeth”(Aqui o autor faz um de seus trocadilhos.)

Mais tarde, após sair do bordel, ele socorre o jovem Stephen, bêbado na rua, com a ajuda de outro maçom e, finalmente, sua esposa Marion, no monólogo final comenta “eu o instigara a fazer isso até que os jesuítas descobriram que ele era franco-maçom…”.

A má notícia para a imagem do maçom Leopold Bloom é o fato de ser enganado por Molly, que dava seus pulinhos aqui e ali. Ela, naquele dia, aproveita a ausência do marido para traí-lo com seu agente musical. Enfim, ninguém é perfeito.

Procuramos demonstrar em nossa análise literária de fundo maçônico, que podemos aplicar nossa metodologia de interpretação às obras culturais de nosso tempo, com a mesma naturalidade com que interpretamos símbolos da mitologia grega ou romana, runas vikings, ou hieróglifos egípcios da mesma forma como interpretamos os símbolos maçônicos.

Dessa forma, podemos levar nossa interpretação ao limite, se olharmos com lentes maçônicas os eventos que cercam o momento em que Leopold conheceu sua esposa Marion. Senão vejamos:

A esposa de Bloom se chama Marion Bloom, (M.´. B.´.). Eles se conheceram em Gibraltar, também conhecida como A Rocha (a pedra). Gibraltar por sua vez, sempre foi conhecida como asColunas de Hércules e representava a porta de entrada do Mar Mediterrâneo, no sentido Ocidente para o Oriente. Se pensarmos no Mediterrâneo como uma loja, teremos Jerusalém no Oriente, a Rocha colocada fisicamente ao lado da coluna do norte.

Teria Leopold conhecido M.´, junto à pedra, ao lado da coluna do Norte?

Bibliografia:

Joyce, James – Ulysses – Penguin Books – London (Publicado em Paris – 1922), 1973
Joyce, James – Ulisses – Tradução Prof. Antonio Houaiss – Círculo do Livro, São Paulo, 1975
Joyce, James – Ulisses – Tradução Profa. Bernardina da Silva Pinheiro, [seleção, elaboração e tradução das notas de capítulos Flavia Maria Samuda] – Rio de Janeiro: Objetiva, 2007, 912p.
Joyce, James – A Portrait of the Artist as a Young Man – Penguin Modern Classics – London – 1970
Ellmann, Richard – Ulysses on the Liffey, Faber and Faber, London – 1974
Burgess, Anthony – HERE COMES EVERYBODY – Faber and Faber – London – 1965
Levin, Harry – JAMES JOYCE, a critical introduction – Faber and Faber, London – 1960
Costello, Peter – JAMES JOYCE – Ed. Gill and Macmillan – Dublin – 1980
Eliot, T.S. – JAMES JOYCE a Selection of Joyce’s Prose – Faber and Faber – London – 1973
Gilbert, Stuart – James Joyce’s Ulysses – A Study – Penguin Books – Australia – 1969
Burgess, Antony – JAMES JOYCE, a shorter Finnegans Wake
Alleau, René – A Ciência dos Símbolos – Edições 70 – Lisboa – 1976
Schüler, Donaldo – Finnegans Wake / Finnicius Revém – Ateliê Editorial – São Paulo – 2004

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